Agroecossistemas Mistos – primeiras impressões

Passado 1 mês da implantação de nossos agroecossistemas mistos, observamos as adaptações das plantas. Foram considerados elementos como perda de folhas, amarelamento, desidratação e claro, o sentimento sistêmico de ambientação de cada muda. Em todas as áreas foram registrados ataques por formigas, geralmente em espécies de laranjeiras. Confira no quadro abaixo como está a adaptação das espécies em cada ecossistema.

Espécie Área 1 Área 2 Área 3 Área 4
AMEIXAS Ruim Regular Regular Ótima
BERGAMOTA CAÍ Ótima Ótima Regular -
BERGAMOTA MARCOTE Regular Regular Ótima Regular
BERGAMOTA MONTENEGRINA Ruim Ótima Ótima Ótima
BERGAMOTA PONKAN Regular Ótima Regular Ótima
CAQUI Ruim Regular Ruim Ótima
LARANJA DE SUCO Ruim Regular Ótima Ótima
LARANJA DE UMBIGO Regular Ótima Ótima Ótima
LARANJA DO CÉU Ruim Regular Ótima Ruim
PÊSSEGO Ruim Ótima Ruim Ruim

Características de cada área:

Área 1 – Sistema agroflorestal, com base na sucessão natural de espécies, inserido em vertente concentradora de águas com insolação norte;

Área 2 – Sistema agroflorestal, com base em arranjo de espécies frutíferas (pomar), inserido em vertente dispersora de águas com insolação norte;

Área 3 – Sistema agroflorestal, com base em arranjo de espécies frutíferas (pomar), inserido em vertente concentradora de águas com insolação sul;

Área 4 – Sistema agroflorestal, com base na sucessão natural de espécies, inserido em vertente dispersora de águas com insolação sul.

Em geral a área 3 apresenta as melhores condições de adaptação. Isto pode ser devido a adubação verde realizada nos últimos 2 anos. Além disso, a época do ano em que foram plantadas as mudas (novembro) apresenta altas temperaturas que causam estresse térmico e hídrico nas mudas. Reflexo disso pode ser verificado na melhor adaptação para as áreas 3 e 4, voltadas para sul, que portanto, recebem menos insolação.

Seguimos no acompanhamento.

Grasiela

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